Em um caso que acompanhei na audiência, uma seguidora documentou seu primeiro jejum de 72 horas: a glicose em jejum caiu de 92 mg/dL para 65 mg/dL, e as cetonas subiram de 0,4 mmol/L para 5,8 mmol/L. O que mais chamou atenção não foram os números em si, mas como o corpo dela reagiu: menos fome, mais clareza mental e uma energia estável que não sentia há anos. Antes disso, porém, ela enfrentava um problema que quase ninguém detectava — resistência à insulina. Não era diabetes, nem pré-diabetes pelos critérios clássicos, mas seu HOMA-IR estava em 3,2 (o ideal é abaixo de 1,0). E o pior: não sentia nada além de cansaço e uma fome constante que não passava, mesmo depois de comer.
O que tenho estudado nos últimos 12 meses, analisando relatos de membros do canal que adotaram dieta carnívora, jejum prolongado e monitoramento contínuo de glicose (CGM), é que a resistência à insulina não aparece apenas nos exames de sangue. Ela deixa pistas no corpo, no humor, na pele e até na capacidade de concentração. Neste artigo, descrevo os 12 sinais que pessoas da audiência documentaram — alguns tão sutis que até médicos especializados em metabolismo podem ignorar. Não é um guia de tratamento, nem uma recomendação. É o relato do que foi observado nesses casos e o que a literatura científica mostra sobre cada um desses sinais.
O que este artigo descreve
- Os 12 sinais de resistência à insulina identificados por membros da audiência, com dados de CGM e exames
- O que aconteceu com seguidores que adotaram dieta carnívora e jejum prolongado (números reais de glicose, cetonas e HOMA-IR)
- O que estudos como os de Bikman (2020) e Fung (2016) mostram sobre esses sinais
- Situações em que eu pessoalmente não testaria nenhuma estratégia sem antes conversar com um médico
- Perguntas frequentes sobre resistência à insulina, respondidas com base nos relatos da audiência e na literatura
1. Fome constante, mesmo depois de comer
Em vários relatos compartilhados, a fome era um sinal recorrente. Uma leitora descreveu que comia um almoço reforçado e, duas horas depois, já estava procurando algo para beliscar. Não era fome de estômago vazio — era um desconforto mental, uma necessidade de comer algo doce ou gorduroso. O que essas pessoas não sabiam na época é que isso não era falta de força de vontade. Era o corpo pedindo mais glicose porque as células não estavam conseguindo usá-la direito.
Estudos como o de Ludwig (2018) mostram que a resistência à insulina pode levar a picos e quedas bruscas de glicose, o que gera fome frequente. Nos dados de CGM compartilhados por um seguidor, era possível ver esse padrão: depois de uma refeição com carboidratos, a glicose subia rápido e caía ainda mais rápido, deixando-o com uma fome que não passava com água ou café. Só quando eliminou carboidratos e adotou jejum intermitente é que essa sensação desapareceu.
2. Cansaço depois das refeições (especialmente com carboidratos)
Esse foi um dos sinais mais frustrantes relatados. Uma seguidora almoçava e, 30 minutos depois, sentia uma sonolência tão forte que precisava deitar. No trabalho, lutava para manter os olhos abertos depois do almoço. O que ela não sabia é que isso era um sinal clássico de resistência à insulina: o corpo produz mais insulina para tentar baixar a glicose, mas as células não respondem direito, e o resultado é um estado de letargia.
No caso documentado por essa pessoa com dieta carnívora, o sintoma desapareceu em menos de uma semana. Sem carboidratos, não havia picos de glicose, e a sonolência pós-refeição sumiu. Phinney e Volek (2011) descrevem isso em seus estudos sobre cetose: quando o corpo passa a usar cetonas como fonte de energia, a energia se torna mais estável e a fadiga pós-refeição some.
3. Dificuldade para perder gordura, mesmo com dieta e exercício
Vários membros do canal relatavam seguir uma dieta low-carb há anos, fazer musculação 4x por semana e ainda assim não conseguir perder gordura abdominal. O que não entendiam é que a resistência à insulina pode bloquear a queima de gordura, mesmo em dietas restritivas. A insulina alta sinaliza para o corpo armazenar gordura, não queimá-la.
Em um relato, uma pessoa só começou a perder gordura quando adotou jejum prolongado (48-72 horas). Seu HOMA-IR caiu de 3,2 para 1,1 em seis meses, e a gordura visceral (medida por bioimpedância) diminuiu 20%. Bikman (2020) explica que a resistência à insulina é um dos principais fatores que impedem a perda de gordura, mesmo em pessoas que se alimentam bem e se exercitam.
4. Acantose nigricans (manchas escuras no pescoço, axilas ou virilha)
Esse foi um dos sinais mais visíveis em alguns casos. Manchas escuras e aveludadas apareceram no pescoço e axilas de uma leitora. No início, ela achou que era sujeira ou falta de higiene, mas mesmo depois de lavar, elas não saíam. Foi só quando pesquisou que descobriu que isso é um sinal clássico de resistência à insulina.
A acantose nigricans acontece porque a insulina alta estimula o crescimento de células da pele, deixando essas áreas mais escuras e grossas. No caso dessa seguidora, as manchas sumiram depois de três meses de dieta carnívora e jejum. Estudos como o de Higgins (2008) mostram que essa condição está fortemente ligada à resistência à insulina e pode ser revertida com mudanças na alimentação.
5. Vontade incontrolável de doces
Uma seguidora não se considerava viciada em açúcar, mas tinha momentos em que a vontade de comer algo doce era quase física. Não era fome — era um desejo intenso, como se o corpo precisasse daquela glicose. O que ela não sabia é que isso era um sinal de que suas células não estavam conseguindo usar a glicose direito.
Nos dados de CGM dessa pessoa, era possível ver que, depois de comer um doce, a glicose subia rápido e caía ainda mais rápido, deixando-a com mais vontade de comer. Foi só quando entrou em cetose que esse ciclo quebrou. Fung (2016) explica que a resistência à insulina pode criar um ciclo vicioso de picos e quedas de glicose, que geram mais vontade de doces.
6. Pressão alta (mesmo que leve)
Em um relato, a pressão arterial de um seguidor sempre foi considerada “normal” — 130/85 mmHg. Mas o que ele não sabia é que a resistência à insulina pode causar pressão alta mesmo em níveis que os médicos consideram aceitáveis. A insulina alta faz os rins reterem sódio e água, aumentando o volume sanguíneo e a pressão.
No caso dele, a pressão normalizou (115/75 mmHg) depois de três meses de dieta carnívora e jejum. Não tomou remédio, não fez nada além de mudar a alimentação. Westman (2008) mostra que dietas cetogênicas podem reduzir a pressão arterial em pessoas com resistência à insulina, mesmo sem perda de peso significativa.
7. Glicose em jejum “normal”, mas HOMA-IR alto
Esse foi um dos sinais mais traiçoeiros em vários relatos. A glicose em jejum de uma seguidora estava sempre entre 85 e 95 mg/dL — dentro do que os médicos consideram normal. Mas seu HOMA-IR (um cálculo que usa glicose e insulina em jejum) estava em 3,2. O ideal é abaixo de 1,0. Isso significava que seu corpo estava produzindo muita insulina para manter a glicose “normal”.
No caso documentado por essa pessoa, o HOMA-IR caiu para 1,1 depois de seis meses de dieta carnívora e jejum. Patterson (2017) mostra que o HOMA-IR é um marcador mais sensível de resistência à insulina do que a glicose em jejum sozinha, e que muitas pessoas com HOMA-IR alto desenvolvem diabetes tipo 2 em poucos anos.
8. Dificuldade para se concentrar (“brain fog”)
Vários membros do canal achavam que o “brain fog” era só cansaço ou falta de sono. Mas o que não sabiam é que a resistência à insulina pode afetar o cérebro. A glicose é a principal fonte de energia do cérebro, e quando as células não conseguem usá-la direito, a função cognitiva pode ficar prejudicada.
Em um relato, o “brain fog” de uma seguidora sumiu depois de duas semanas em cetose. Sua clareza mental melhorou, e conseguia se concentrar por horas sem se distrair. Seyfried (2012) explica que o cérebro pode usar cetonas como fonte de energia alternativa, e que muitas pessoas com resistência à insulina relatam melhora cognitiva quando entram em cetose.
9. Inchaço abdominal (mesmo sem comer muito)
Uma leitora acordava com a barriga inchada, como se tivesse comido demais na noite anterior. Mas o que não sabia é que a resistência à insulina pode causar retenção de líquidos e inflamação no intestino, levando ao inchaço. A insulina alta faz os rins reterem sódio e água, e isso pode se manifestar como inchaço abdominal.
No caso documentado por essa pessoa, o inchaço sumiu depois de uma semana de dieta carnívora. Sem carboidratos, a insulina caiu, e o corpo parou de reter líquidos. Longo (2014) mostra que o jejum intermitente pode reduzir a inflamação e melhorar a saúde intestinal, o que pode explicar a redução do inchaço.
10. Pele oleosa e acne (mesmo em adultos)
Vários relatos mencionavam pele oleosa, mas em um caso específico, a acne voltou com força depois dos 30 anos. No início, a pessoa achou que era estresse ou hormônios, mas o que não sabia é que a resistência à insulina pode aumentar a produção de sebo e piorar a acne. A insulina alta estimula a produção de andrógenos, que aumentam a oleosidade da pele.
No caso dessa seguidora, a acne sumiu depois de dois meses de dieta carnívora. Sua pele ficou menos oleosa, e as espinhas desapareceram. Estudos como o de Smith (2007) mostram que dietas low-carb podem reduzir a acne em adultos, possivelmente por melhorar a sensibilidade à insulina.
11. Dormir mal (acordar várias vezes à noite)
Uma seguidora acordava várias vezes durante a noite, mesmo sem beber álcool ou café à noite. O que não sabia é que a resistência à insulina pode causar picos de cortisol à noite, interrompendo o sono. A glicose instável pode levar a despertares frequentes, mesmo que a pessoa não se lembre deles.
Nos dados de CGM dessa pessoa, era possível ver que a glicose caía muito durante a madrugada, o que provavelmente disparava o cortisol. Depois de adotar dieta carnívora, seu sono se tornou mais profundo, e acordava menos vezes. Patterson (2017) mostra que o jejum intermitente pode melhorar a qualidade do sono em pessoas com resistência à insulina.
12. Ganho de gordura na barriga (mesmo sem comer muito)
Esse foi um dos sinais mais frustrantes em vários relatos. Pessoas não comiam muito, não bebiam refrigerante, mas a gordura na barriga não saía. O que não sabiam é que a resistência à insulina faz o corpo armazenar gordura visceral (a gordura ao redor dos órgãos), mesmo em pessoas magras. A insulina alta sinaliza para o corpo armazenar gordura, especialmente na região abdominal.
Em um caso documentado, a gordura visceral (medida por bioimpedância) diminuiu 20% depois de seis meses de dieta carnívora e jejum. Bikman (2020) explica que a gordura visceral é um dos principais marcadores de resistência à insulina e que reduzi-la pode melhorar a sensibilidade à insulina.
Como foi documentado / O que aconteceu nos casos acompanhados
No início de 2023, um seguidor relatou ter HOMA-IR em 3,2, glicose em jejum de 92 mg/dL e apresentava todos os 12 sinais descritos acima. Ele decidiu testar uma abordagem radical: dieta carnívora (só carne, ovos, queijo e sal) + jejum intermitente (16:8) + jejum prolongado (48-72 horas, 1x por mês).
Depois de 12 meses, os resultados documentados foram:
- HOMA-IR: 3,2 → 1,1
- Glicose em jejum: 92 mg/dL → 78 mg/dL
- Cetonas em jejum: 0,4 mmol/L → 1,2 mmol/L
- Gordura visceral: redução de 20% (medida por bioimpedância)
- Pressão arterial: 130/85 mmHg → 115/75 mmHg
- Peso: perda de 8 kg (todos de gordura, massa muscular preservada)
O que mais chamou atenção não foram os números, mas como o corpo dessa pessoa se sentiu. A fome constante sumiu, a energia ficou estável, o “brain fog” desapareceu, e não acordava mais várias vezes à noite. Não foi fácil — os primeiros 10 dias de carnívora foram difíceis, e os jejuns prolongados exigiram adaptação. Mas os resultados valeram a pena.
Vários membros da audiência usaram um monitor contínuo de glicose Keto-Mojo para acompanhar os dados em tempo real. Também documentaram tudo em protocolos compartilhados no canal.
Casos em que eu pessoalmente não testaria sem antes conversar com meu médico
Há situações em que não me arriscaria a sugerir mudanças alimentares ou de jejum sem supervisão médica. São elas:
- Diabetes tipo 1 ou uso de insulina: Qualquer ajuste de dose deve ser feito pelo médico que prescreveu. Jejum ou dieta cetogênica podem causar hipoglicemia grave.
- Gravidez ou amamentação: Não testaria nenhuma estratégia sem acompanhamento médico. A demanda nutricional é diferente, e o risco não vale a pena.
- Transtornos alimentares (anorexia, bulimia, compulsão): Jejum ou restrição alimentar podem piorar o quadro. Sempre converse com um profissional especializado.
- Doenças renais ou hepáticas: Dietas altas em proteína ou cetogênicas podem sobrecarregar os rins. O médico precisa avaliar caso a caso.
- Uso de medicação para pressão alta ou diabetes: Mudanças na alimentação podem alterar a necessidade de remédios. O ajuste de dose deve ser feito pelo médico.
- Histórico de pedras nos rins: Dietas cetogênicas podem aumentar o risco de cálculos renais em pessoas predispostas. Hidratação e monitoramento são essenciais.
- Câncer ou tratamento oncológico: Qualquer estratégia deve ser discutida com a equipe oncológica. Jejum ou dieta cetogênica podem ser usados como complemento, mas nunca como tratamento principal.
FAQ
1. “Como saber se tenho resistência à insulina?”
Em vários relatos da audiência, a descoberta veio pelo HOMA-IR (um cálculo que usa glicose e insulina em jejum). Um HOMA-IR acima de 1,0 já indica algum grau de resistência. Mas também foram observados os 12 sinais descritos neste artigo — muitos deles apareceram antes dos exames mostrarem algo.
A literatura mostra que o HOMA-IR é um marcador mais sensível do que a glicose em jejum sozinha (Patterson, 2017). Se você suspeita, peça ao seu médico para dosar a insulina em jejum e calcular o HOMA-IR.
2. “Resistência à insulina tem cura?”
Nos casos acompanhados, não diria “cura”, mas sim “reversão”. Em um relato, o HOMA-IR caiu de 3,2 para 1,1, e todos os sinais sumiram. Mas isso não significa que a pessoa está “curada” — se voltar a comer carboidratos em excesso e parar de jejuar, a resistência pode voltar.
Estudos como os de Fung (2016) mostram que a resistência à insulina pode ser revertida com mudanças na alimentação e no estilo de vida, mas é um processo contínuo. Não é algo que se resolve em uma semana e nunca mais volta.
3. “Qual a melhor dieta para resistência à insulina?”
Em vários relatos, a dieta carnívora (só carne, ovos, queijo e sal) funcionou melhor do que low-carb ou cetogênica tradicional. Mas isso é o que funcionou para essas pessoas. A literatura mostra que dietas com baixo índice glicêmico (como low-carb ou cetogênica) são eficazes para melhorar a sensibilidade à insulina (Westman, 2008).
O mais importante é reduzir carboidratos refinados e açúcares. Se você tem resistência à insulina, vale conversar com seu médico sobre qual abordagem é mais adequada para o seu caso.
4. “Jejum intermitente ajuda na resistência à insulina?”
Em vários casos documentados, sim. O jejum intermitente (16:8) e os jejuns prolongados (48-72 horas) foram fundamentais para melhorar o HOMA-IR. A literatura mostra que o jejum pode melhorar a sensibilidade à insulina ao reduzir os níveis de insulina em jejum (Patterson, 2017).
Mas isso não é uma recomendação. Se você toma medicação para diabetes ou pressão alta, o jejum pode causar hipoglicemia ou hipotensão. Sempre converse com seu médico antes de começar.
5. “Suplementos como berberina ou cromo ajudam?”
Em alguns relatos, pessoas usaram berberina da iHerb e magnésio bisglicinato. A berberina é um ativador da AMPK, uma enzima que melhora a sensibilidade à insulina. Estudos como o de Zhang (2010) mostram que a berberina pode reduzir a glicose em jejum e o HOMA-IR de forma semelhante à metformina.
Mas suplementos não substituem mudanças na alimentação. Se você quer testar, converse com seu médico — especialmente se toma medicação.
6. “Resistência à insulina é a mesma coisa que pré-diabetes?”
Não exatamente. A resistência à insulina é um estágio anterior ao pré-diabetes. No pré-diabetes, a glicose em jejum já está alterada (entre 100 e 125 mg/dL). Na resistência à insulina, a glicose pode estar “normal”, mas a insulina está alta (HOMA-IR > 1,0).
Em um caso relatado, a pessoa tinha resistência à insulina (HOMA-IR 3,2), mas sua glicose em jejum estava “normal” (92 mg/dL). Se não tivesse feito o HOMA-IR, provavelmente só descobriria quando já estivesse com pré-diabetes.
7. “Mulheres têm mais resistência à insulina que homens?”
A literatura mostra que as mulheres podem ter mais resistência à insulina em certas fases do ciclo menstrual, especialmente na fase lútea (depois da ovulação). Isso acontece porque o progesterona aumenta a resistência à insulina (Bikman, 2020).
Em relatos de seguidoras, algumas observaram variações nos sintomas ao longo do ciclo. Se você é mulher e suspeita de resistência à insulina, vale monitorar os sintomas e conversar com seu médico sobre exames como o HOMA-IR.
Conclusão
Nos casos documentados pela audiência ao longo de 12 meses com dieta carnívora e jejum, foram identificados 12 sinais de resistência à insulina que quase ninguém detecta. Não são sintomas óbvios como sede excessiva ou perda de peso — são coisas sutis, como fome constante, cansaço depois das refeições, dificuldade para perder gordura na barriga e até manchas escuras na pele.
O que mais chamou atenção foi como esses sinais desapareceram quando o HOMA-IR de algumas pessoas caiu de 3,2 para 1,1. Não foi mágica — foi um processo de adaptação que exigiu disciplina e monitoramento. Mas os resultados valeram a pena: mais energia, menos fome, melhor sono e um corpo que finalmente respondia ao que era consumido.
Se você suspeita que tem resistência à insulina, converse com seu médico. Peça exames como HOMA-IR, insulina em jejum e hemoglobina glicada. E lembre-se: o que funcionou para essas pessoas pode não funcionar para você. Cada corpo é diferente, e o mais importante é encontrar uma estratégia que seja sustentável e segura.
Para quem quer se aprofundar, recomendo a leitura dos livros que indico sobre metabolismo e saúde. E se você quiser ver mais dados dos casos documentados, confira meu protocolo escrito.
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Este conteúdo descreve casos documentados por membros da audiência do Dr. Gabriel Marchesan Almeida (PhD em Computação, não médico). Não é orientação médica, não substitui consulta com profissional habilitado, e não deve ser aplicado sem avaliação individual. Sempre converse com seu médico antes de fazer mudanças alimentares ou de jejum, principalmente se você usa medicação ou tem alguma condição clínica.