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Hiperinsulinismo, jejum e o que o exame de jejum não mostra — Dra. Rachel Furtado (Parte 2)

28 min Saúde Metabólica

Segunda parte da conversa com a Dra. Rachel Furtado (@dra.rachelfurtado), médica e diabética tipo 1. O centro do papo é um conceito que ela chama de “mãe de todas as doenças graves e crônicas”: o hiperinsulinismo — o excesso crônico de insulina que os exames de rotina não medem.

O raciocínio é direto: a glicose de jejum e até a hemoglobina glicada podem parecer normais enquanto o pâncreas trabalha em excesso para manter esses números no lugar. A pessoa faz hipoglicemia reativa por excesso de insulina, o exame convencional não captura, e o problema avança em silêncio. É por isso que Rachel defende medir insulina, não só glicose.

O que você vai ver nesta parte

  • Por que glicose de jejum “normal” pode esconder hiperinsulinismo — e o que pedir junto no exame.
  • Como a Rachel reduziu cerca de 70% do basal de insulina dela combinando jejum e dieta cetogênica, como diabética tipo 1, com monitorização contínua.
  • A história do carboidrato como droga: o argumento dela de que ele preenche os critérios de dependência química.
  • Eletrólitos no jejum: a fórmula que ela usa e as adaptações práticas.
  • A provocação para os engenheiros: um monitor contínuo de insulina ainda não existe — e faria toda a diferença.

A Parte 1, com a história dela — diabetes tipo 1 desde os 14 anos e o câncer que ela enfrentou combinando jejum, cetogênica e quimioterapia — também está disponível aqui no site.

Um aviso importante

A experiência da Dra. Rachel é um caso individual, conduzido por ela mesma como médica, com monitorização contínua. Quem usa insulina não deve alterar dose ou padrão alimentar sem acompanhamento médico: o risco de hipoglicemia grave é real. Conteúdo informativo, não prescrição.

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